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Offline King

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Feles, não sei se seu switch é destravado, mas parece que tem como rodar emulador de 3DS nele


Offline Billy Lee Black

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HAHAHAHA, bicho que game design porco do Link Between Worlds. Eu tô embasbacado até agora.

Basicamente, as armas do jogo você precisa alugar com um coelho. Elas não são suas. Se vc morre, a arma volta pro coelho e vc tem que VOLTAR na loja dele e PAGAR de novo. Isso pra itens que são OBRIGATÓRIOS pra você prosseguir no jogo.

Ou seja, você não pode morrer nas dungeons, senão tem que voltar na loja do coelho, alugar o item de novo pra só depois navegar todo o caminho de volta pra dungeon pra prosseguir.

Edit:

Me falaram que depois abre uma opção pra você comprar as armas. Mas cada arma custa no mínimo 800 rupees! Você consegue descontos aleatórios, mas pra isso tem que ficar indo e voltando na loja do coelho.

O jogo conseguiu tornar obrigatório a coisa mais chata e enfadonha pra mim nos Zeldas: o grinding de rupees, pqp!!!


Offline Billy Lee Black

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Agora os pontos positivos do jogo:

1) Ele tem vários pontos de fast travel (ainda mais que o Link to The Past);
2) O sistema de stamina para o uso dos itens, em vez de ter que carregar quantidades de bombas e flechas é muito bom;
3) A habilidade do Link de virar uma pintura e andar pelas paredes é fantástica! O gameplay é simplesmente genial, mesclando jogabilidade 2D e 3D;
4) Você pode colocar marcadores no mapa, de forma a não perder cavernas e corações secretos que vc encontra e que estão inacessíveis no momento. Todo Zelda deveria ter isso;
5) O Link anda muito rápido! Então é bem rápido atravessar o mapa


Offline Baha

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Falando em Zelda, comecei a jogar Tunic, um joguinho que lembra bastante a estrutura de A Link to the past, mas tem elementos de dark souls também. Na verdade ele também lembra Zelda 1, porque é mais aberto e menos guiado. Uma coisa interessante é que durante o jogo você vai encontrando páginas do próprio manual dele e aprendendo com ele elementos de gameplay e dicas sobre segredos.


Offline Billy Lee Black

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Não dá pra entender a Nintendo.

A Link Between Worlds é um jogo muito divertido com um gameplay excelente. É incompreensível pra mim pq decidiram colocar esse sistema de aluguel/compra das armas do jogo.

Aliás, tudo nesse jogo exige muita rupee. Tem vários minigames e todos custam muito pra jogar. E novamente há a fadinha pra você doar rupees e ganhar upgrades.

Cada arma custa 800 rupees, sendo acho que 12 no total.

Como não tenho dinheiro pra comprar tudo, tive que entupir meus potes de fadas pra não morrer por descuido e perder todas as armas alugadas.

De longe ess é a mecânica mais WTF que já vi em um Zelda.


Offline Baha

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E terminei Tunic!

Ele começa parecendo um inocente Zelda com elementos de Dark Souls, mas mais adiante começam a aparecer uns combates bem difíceis. Além disso, principalmente se você quiser ir atrás de coisas opcionais e secretas, começam a brotar alguns segredos e puzzles obscuros dignos de Fez/Environmental Station Alpha/The witness.

Dito isso, eu consegui terminar encontrando uns 95% das coisas por conta própria usando só as dicas presentes no próprio jogo e seu manual, e acabei recorrendo a um guia só pra 2 ocasiões em que eu já sabia como resolver o puzzle, mas estava com preguiça do trabalho envolvido.


Offline Billy Lee Black

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Rapaz, esse Tunic me chamou a atenção hein!

E seguindo no A Link Between Worlds, apesar dos pesares, o jogo tá muito divertido. As dungeons são legais de se explorar, bem como o mapa de Hyrule/Lorule.

E mesmo a fetch quest de caçar os filhotes de polvo é legal e orgânica, com uma espécie de mapa que te ajuda a saber em qual parte do mapa ainda tem polvo pra achar.


Offline SunStar

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Dead Cells

Estou tentando conseguir a quarta célula. Com poções limitadas tem sido mais complicado chegar em condições aceitáveis para derrotar a Mão do Rei. E mesmo nas vezes que consegui chegar em melhores condições ainda assim apanhei :P.

Diablo + Hellfire

Aproveitei a promoção na GoG e peguei para brincar um pouco e talvez conseguir meu "dot" na Hell, algo que não consegui na época que jogava ele. A versão da GoG dá três opções de jogo: uma versão com melhorias e suporte para lan; a versão original, com suporte para b.net e o Hellfire com melhorias. Peguei o Hellfire para jogar, até pelo conteúdo adicional. O conteúdo adicional não é lá grande coisa: duas novas dungeons, alguns itens novos, uma classe nova (monk). Cheguei a terminar na dificuldade normal. Achei o Diablo no Hellfire mais difícil do que me lembrava.

Mega Man Collection


Aproveitei a promoção e peguei a primeira coletânea. Já terminei o 3 e o 4, que foram as versões que joguei no nes. Tive mais trabalho para terminar o 3 do que o 4, apesar do último ter me dado mais trabalho na época do nes. Tive bastante problema no 3 com os chefes do 2, especialmente para acertar as armas certas, já que maioria eu não lembrava qual era a fraqueza...

Edit: Terminei os seis Mega Man.

No mm5, apesar de algumas dificuldades em alguns chefes (no castelo do Dark Man, especialmente) consegui terminar sem dar continue. Muitas vezes optei por usar o mega buster a descobrir qual arma é a falha do chefe. Aliás, falando nisso, foi muito fácil descobrir a falha dos chefes no castelo do Willy: há apenas duas armas no jogo que tem trajetória retilínea.

O mm6 continua sendo o mais estranho da série clássica. Ele destoa demais dos três jogos anteriores...

Quanto ao mm2, acho que foi a primeira vez que passei a fase do Heat Man sem recorrer ao Item-2.

E o mm1 é de longe o mais difícil de todos, e muitas vezes é bem punitivo. Ele oferece muitas oportunidades para cair em buracos, além de não ter frames de invencibilidade em espinhos. Vencer o Yellow Devil é bem complicado, sem mencionar ter que enfrentar quatro chefes seguidos sem ter como recuperar vida é complicado. Lembro de recorrer a save state nesta parte e tive que insistir bastante para conseguir passar sem utilizar este recurso aqui, apesar que a Legacy Collection oferece o recurso "rewind", para permite "voltar no tempo" para corrigir erros. Não utilizei o recurso em nenhum dos seis jogos.

Como considerações finais, achei o 4, 5 e 6, mais fáceis do que eu me lembrava e o 3 acabou dando mais trabalho do que imaginei que iria ter na parte onde você enfrenta os chefes do mm2 (tanto nas fases como nos chefes). Me chamou bastante a atenção que há uma quantidade mínima de chefes que não possuem padrão de luta (Quick Man e Shadow Man apenas) chegando ao cúmulo do ridículo no mm6, onde os padrões são bem simples. Também me chamou a atenção o número de seções com espinhos nos jogos. É bem mais comum do que eu me lembrava. E, por fim, curti como o mm4 e o mm5 aproveitam o Rush em suas fases.


Offline Billy Lee Black

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Terminei Zelda A Link Between Worlds. Excelente, uma obra de arte! É quase tão bom quanto o A Link To The Past. Só perde pra ele por causa de algumas decisões de design que incomodaram.

O lance do aluguel das armas só incomoda no começo. Depois que você pega uns dois potes e mete fada dentro, dificilmente morre por descuido. E o jogo é bastante generoso na quantidade de rupees que ele te dá. Você consegue ir comprando as armas de forma orgânica, conforme explora o mapa e as dungeons.

E aqui o jogo é recheado de puzzles, tanto em cavernas de tesouros quanto nas dungeons, o que me agradou bastante!

E eu consegui pegar todos os filhotes de polvo sozinho, mas tiveram corações que não achei e deixei pra lá.

E, apesar de rolado jogar em emulador, a experiência fica um pouco prejudicada. A emulação do jogo é podre (pelo menos no Citra). Dá muitos engasgos, principalmente no áudio. E os atalhos do touch do DS ficam horríveis de usar pelo mouse, então nem usei essas facilidades.

Por fim, a história é bem legal também. Definitivamente é um must play pra qualquer fã de Zelda.


Offline Billy Lee Black

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E comecei pra valer o Ocarina of Time.
Vai ser impossível jogar daqui pra frente outra versão desse jogo que não seja essa compilada pra PC.

Além de rodar liso, com uma imagem limpa e com uma precisão corrigida no analógico, ela tem algumas facilidades que nem no emulador eu não vi, como aumentar a velocidade dos textos do jogo. Só isso já melhora a experiência 90%, pq as caixas de texto rolam tão lentas quanto no Xenogears.


Offline Baha

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Eu terminei Gemcraft: Frostborn Wrath, o mais recente da série. Ainda bem que deixei pra jogar agora porque pelo que andei lendo ele tinha sérios problemas de equilíbrio e dificuldade quando foi lançado, mas na situação atual deu pra fluir bem, apesar de eu ter achado realmente mais difícil na média que os anteriores.

Kingdom Hearts eu estou jogando um pouco de vez em quando. Não sei, por algum motivo o jogo não anda segurando minha atenção, mas também não quero simplesmente dropar.


Offline feles

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Feles, não sei se seu switch é destravado, mas parece que tem como rodar emulador de 3DS nele

Pensando nisso na real eh bloqueado.
Onde acho jogos para baixar e sabe se jogos novos, digamos em breve um zelda 2, funciona desde que offline
Viver é a cada 3 dias ter vontade de se ajoelhar e chorar.


Offline Billy Lee Black

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Seguindo no Ocarina of Time.

Pqp, como Save State faz falta nesse jogo.

Toda vez que você dá load o jogo recarrega na casa do Link. Aí lá vai vc andar todo o trajeto do mapa novamente pra retornar ao ponto onde vc parou.

Eu sei que quando Link vira adulto surgem facilidades pra chegar um pouco mais rápido nos lugares, mas, meu Deus, como essa mecânica é imbecil.


Offline Baha

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E comecei pra valer o Ocarina of Time.
Vai ser impossível jogar daqui pra frente outra versão desse jogo que não seja essa compilada pra PC.

Além de rodar liso, com uma imagem limpa e com uma precisão corrigida no analógico, ela tem algumas facilidades que nem no emulador eu não vi, como aumentar a velocidade dos textos do jogo. Só isso já melhora a experiência 90%, pq as caixas de texto rolam tão lentas quanto no Xenogears.
https://adrenaline.com.br/noticias/v/77198/the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-para-pc-agora-suporta-ate-250-fps-e-recebe-diversas-novidades