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Online Baha

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Eu lembro que passei aperto no começo de FFT também. Mas lá pelo meio fica bem mais tranquilo. Aí mais pra frente tem umas batalhas mais delicadas, principalmente opcionais (MALDITOS CHOCOBOS DO RIO).

Ah, e mais pra frente o jogo te dá duas opções de dificuldade:

Easy - Com Orlandu
Normal/Hard - Sem Orlandu


Offline Billy Lee Black

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Pelo que eu estou entendendo, esses personagens fodas são importantes.

Agora no começo eu só tenho aqueles soldados genéricos e dois guests que eu nem controlo.


Offline Strife

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Qual era a OST de FFXV? Lembro de nada, trilha sonora genérica de filme de Hollywood :hmmlol: :lol:

Nem se compara com o trabalho de Hitoshi Sakimoto. FFXV é talvez o trabalho mais esquecível da (normalmente) talentosa Shimomura. Estar num jogo inacabado e remendado, que não sabe o que é/quer ser e mal faz sentido no fim não ajudou a marcar tb.

Os personagens que são unidades especiais são os de história, e alguns de sidequests que vc consegue (como Reis e Cloud). E é como o Baha disse, bem mais pra frente vc tem uma seleção de dificuldade, usar o T.G. Cid (easy) ou não (normal/hard). Por isso na minha última run fiz um time apenas com unidades genéricas, é legal construir um zé ruela até virar uma máquina de guerra. No começo alguns desses personagens são Guests (vc não controla), mas depois entram normalmente pro grupo. Outros são apenas Guests mesmo em todas as aparições (como o Orran Durai, o que é uma pena pq o job especial dele é destruidor).

Depois que vc tem uma equipe mais evoluída, mesmo com unidades genéricas, o jogo dá uma amenizada mesmo. Os picos de dificuldade são no começo e em alguns pontos do meio, como a batalha de Riovannes Castle, ou a luta contra Wiegraf.


Offline Billy Lee Black

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Ah sim, outra coisa que to vendo que vou penar é entender o job system e a questão dos signos do zodíaco. É bem denso esses sistemas. Me ajudem aqui:

1) Preciso me preocupar com a questão dos signos? Na hora de montar uma tropa, o signo e gênero dos soldados vão pesar tanto assim?

2) Não entendi o que se ganha ao ganhar níveis em um Job. E vale a pena sair mudando o Job de um personagem para misturar habilidades deles? Por exemplo, presta fazer um Knight que conjure Black Magic? Ou é melhor deixar todo mundo especializado?


Offline Strife

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Signos é como uma espécie de alinhamento de magia, assim como fogo é forte contra água, alguns signos são mais fortes contra outros. Mas sinceramente eu nunca me preocupei com muito isso, fico mais de olho nos stats Bravery (que afeta o dano físico que vc causa e recebe) e Faith (idem, mas para magia).

Sobre os jobs, é aprendendo aos poucos mesmo. E é absolutamente necessário que vc evolua e misture os jobs, para poder equipar habilidades secundárias e passivas de certos jobs nos personagens que mais se beneficiam delas. Esse é o lance e o melhor do sistema. Vc pode ter um Ramza com dual-wielding (ninja), blade-grasp (samurai), se teleportando pelo cenário matando tudo etc. Porém, tem q aprender e saber evoluir seus personagens, investir em magia de ataque para um Knight, por exemplo, é perda de tempo. Knights costumam ter Faith baixo, o que significa q eles tomam muito dano de magia mas causam pouco. Mas um Knight com magias de suporte pode ser útil. Algumas habilidades vc vai querer colocar no maior número possível dos seus personagens favoritos, como as habilidades de itens básicas do Chemist (Auto-Potion é uma das melhores skills do jogo inteiro).

E uma dica: magos, para ataque, só são úteis na primeira parte do jogo e olhe lá. O fato dos magos precisarem carregar suas magias, e as magias vão evoluindo e ficando cada vez mais demoradas de carregar, deixou esse tipo de unidade em desvantagem em relação ao DPS de outras classes no jogo. Vc vai usar alguns até para evoluir o job e conseguir algumas skills secundárias úteis, mas te garanto q no final não vai ter nenhuma unidade comum de mago no seu grupo. Ficam defasados rápido. Esse não é um jogo q vc vai aproveitar direito se não investir em descobrir como funciona o sistema de jobs em detalhes, vc vai ficar bastante tempo mexendo em jobs, misturando, testando novas combinações. Eu acho viciante, mas se não gosta desse tipo de coisa, aí fica complicado.

E não menospreze o Guts (skill básica mas especial do job Squire que só o Ramza tem). Vc tem desde o início, ganha habilidades incrivelmente úteis nela, e q não custam quase nada e vc pode usar em turnos q não pode atacar para ganhar JP (jobs points) e assim ajudar a evoluir (em FFT cada ação q vc faz em batalha vc ganha JPs, mesmo curar, ou atacar seus próprios aliados, e isso pode ser usado para exploits de ganhar EXP/JP rápido).


Offline Billy Lee Black

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Sorry, Strife, mas desisti do FFT.

Cheguei num combate difícil que no estado atual da minha tropa é impossível vencer. Não tenho grana pra comprar eq melhor e não tenho pontos de jobs suficiente pra melhorar os personagens.

Acredito que vou ter que ficar passeando pelo mapa caçando combates pra fazer grinding. E pelo visto o jogo brilha é nisso. Ficar evoluindo os personagens e ir testando as combinações de Jobs. Meu tempo pra esse tipo de jogo já se foi. Não tenho mais paciência pra isso.

Valkyria Chronicles que joguei recentemente foi mil vezes mais divertido, mesmo em combates mais difíceis que me obrigavam a tentar mais de uma vez. Mas o jogo não tinha grinding.

É o jeito aceitar que to velho. Nem a nostalgia dos JRPGs antigos têm conseguido segurar a diversão.

FF3 e FF4 larguei. Não aguentei mais, e isso que na primeira vez que joguei tinha adorado o FF4.

FF7 e FF9 eu só terminei de novo pq usei os cheats que existem hoje em dia pra não precisar fazer grinding. FF8 só de pensar no grinding frenético do Draw já me dá calafrios.

Quem sabe depois da pandemia eu tento de novo. Mas no momento não tá dando esse tipo de jogo...


Offline Strife

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Não é necessário nenhum grinding em FFT se não for fazer o conteúdo opcional, mas ok (e digo isso pela primeira vez que joguei). Evoluir e mudar jobs ocorre naturalmente enquanto vc avança e explora. Mas eu imaginei que vc ia desistir do jogo mesmo :lol:

Valkyria Chronicles mesmo exige mais grinding se vc não fizer o exploit de usar apenas Scouts várias vezes por turno a partir da metade do jogo. Não que eu não goste de Valkyria, adoro, é um dos melhores do gênero modernos e um dos melhores jogos do PS3, mas é bem mais limitado.

PS: eu joguei o remake 3D de FFIV recentemente e... não teve nenhum grinding tb. FFIII tem um pouco mesmo, mas nada demais :rolleyes:

Eu atribuo isso ao fato de que vc considera qualquer atividade que não seja imediatamente ir em linha reta para o próximo objetivo principal como "grinding" ou "backtracking", mas acho que ocorre a mesma confusão que vc faz com open world e sand box kk


Offline Billy Lee Black

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Acho que é pq eu não sou um jogador sagaz como vc.

Você diz que é de boa zerar FF7 sem grinding. Sem grinding ou as melhores materias do jogo que precisam do Chocobo Dourado, é um parto derrotar o Sephiroth. Eu sei pq a primeira vez que joguei foi sem grinding e sem as materias. E penei pra burro pra derrotar ele.


Offline Strife

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Billy, vc é literalmente a primeira pessoa na história que teve dificuldades com o Sephiroth mesmo jogando normalmente, chocobo dourado e Materias secretas são coisas para enfrentar Emerald e Ruby Weapon, não Sephiroth. Não sou eu que sou sagaz por conseguir essa "proeza" :lol:

Mas eu ainda remeto ao meu ponto anterior, parte disso eu atribuo ao fato de que vc considera qualquer atividade que não seja imediatamente ir em linha reta para o próximo objetivo principal como "grinding" ou "backtracking". Se vc encontra um chefe difícil, morre, e tem que mudar um pouco seu grupo e estratégia para se adaptar, pelo visto isso é grinding (não é).

Aquela coisa, se vc não tem mais paciência nenhuma (e é o que parece) para dar um passo fora do objetivo principal ou uma morte que seja que já chama de grinding ou backtracking, realmente só tá forçando jogar RPG ainda. Na real, parece que vc não tem mais paciência para a coisa mais básica de um videogame, que é morrer e tentar de novo. Considera isso perda de tempo. Aí fica difícil né...


Offline Billy Lee Black

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Sua conclusão não procede. Eu zerei Divinity Original Sin ano passado.

E se tem um jogo que é grande, com muita sidequest (e eu fiz todas) e combates mega difíceis é ele. O tanto de combate que tive que repetir foi alto.

Mas isso pq o jogo é divertido. FFT é um jogo datado. Tem coisa melhor pra jogar hoje, simples assim.


Offline Raptor

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Também nunca vi ninguém com dificuldade de enfrentar o Sephiroth, na verdade mesmo sem grind a gente segura a batalha pra durar mais. :mrgreen:

Sobre FFT, Billy, eu não tenho saco pra grind, mas dá pra seguir sem, desde o começo! Quer dizer, precisa saber as habilidades, jobs e equips a ir investindo, claro, porque o começo não pega leve, e você deve ter feito umas escolhas não muito acertadas. Esse lance de a dificuldade ficar extra-easy quando você pega o Orlandeau é real (e eu acho o Balthier, que tem na versão PSP, mais apelão ainda), mas tem muuuito jogo até chegar lá, e nesse meio tempo você tem que se fortalecer anyway com outro time. Tem Agrias e Mustadio no segundo capítulo, que são bons (embora não apelões), mas eu particularmente mal uso os personagens da história, tanto porque você não consegue colocá-los nas missões da taverna. O grande lance pra mim é montar a equipe do zero mesmo, inclusive escolhendo signo e bravery/faith apropriados pro teu plano. Dá pra extrair muito de cada job (acho que só Orator/Mediator, Bard, Dancer, Archer e Geomancer não têm muita salvação), MAS dependem de configuração adequada e saber pra que usar. Por exemplo, no War of the Lions costumo mirar pro top tier de time mezzo-Arithmetician mezzo-DarkKnight, que faz você vencer qualquer batalha com um cuspe, mas é um trabalhão pra montar... eu nem considero grind porque vou encaminhando esse leveling desde o primeiro capítulo, então dá pra fazer isso tudo só com o XP/JP da história... se você traça a estratégia antes. E tem um lance no FFT, que o Strife mencionou, que é o Yell/Tailwind do Ramza/Luso, um pseudo-grind... você ganha JP usando essa habilidade, que dá Speed pra uma unidade (ou você), aí essa habilidade chega no turno mais rápido, pra ganhar JP, e você vai repetindo até que praticamente só vocês tenham turnos e fiquem se batendo pra ir upando até cansar; demora, mas não tanto; e dá pra passar sem; mas você já consegue isso no começo do jogo, pode usar pelo menos por agora, se estiver com dificuldades pra upar.

Mas ó, o que eu ia dizer é que, é tranquilo seguir o jogo com time de MONK, CHEMIST e PRIEST/WHITEMAGE, que são jobs bem iniciais. Já acabei o jogo com time inteirinho de Monk, que tem ataque forte, cura, revive, purifica, ataca de longe, e gasta menos em equipamento; o ninja é bom, mas se você coloca dual wield dele no monk, só inimigo de armadura o passiva de reflexos te segura. Os magos de fato vão ficando mais fracos ao longo do jogo, como o Strife disse, mas ainda acho o Priest muito bom até o fim do jogo pra dar suporte e descarregar Holy no que sobra. E o chemist não é tão bom agora, mas mais pro meio do jogo, quando você conseguir pistolas, e grana pra comprar os Phoenix Down e Potions que quiser, vira uma opção excelente. Então assim... faz um time de Monk. Aprende o de curar e o de socar à distância. Se der, mais um de reviver. Vê se aí você segue, se ainda quiser tentar.



Offline Strife

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Sua conclusão não procede. Eu zerei Divinity Original Sin ano passado.

E se tem um jogo que é grande, com muita sidequest (e eu fiz todas) e combates mega difíceis é ele. O tanto de combate que tive que repetir foi alto.

Mas isso pq o jogo é divertido. FFT é um jogo datado. Tem coisa melhor pra jogar hoje, simples assim.

Larguei a encheção de saco do Divinity com 2 horas. Zona de RPG americano que não sabe fazer nem interface decente de batalha ou uma caixa de diálogo que não pareça um documento de Excel. É pelo menos 10x mais convoluto e burocrático que FFT até para uma coisa simples como organizar seu inventário ou passar itens para outro personagem, chega a ser exasperador. Sou mais jogar FFT de novo pela enésima vez. Continua sendo um dos melhores do gênero, senão o melhor, até hoje. Não ficou datado em nada. Agora, Divinity parece ao mesmo tempo trabalho e sonífero... sem falar que possui o mesmo enredo genérico de 99% de RPG americano, enquanto FFT possui uma das melhores histórias da mídia.

E novamente, não precisa de grinding para seguir normalmente em FFT. Trocar seus jobs e experimentar outras combinações quando morre não é grinding. É a progressão normal de um jogo do tipo.


Offline Billy Lee Black

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"Encheção de saco do Divinity". "Americano que não sabe fazer nem interface da batalha" HAHAHAHA.

A interface, é tão, mas tão superior que a do FFT que dá até pena. Mas sua opinião sobre o Divinity só prova que temos gostos divergentes.

Também nunca vi ninguém com dificuldade de enfrentar o Sephiroth, na verdade mesmo sem grind a gente segura a batalha pra durar mais. :mrgreen:

Obrigado pela humilhação  :seifersux:

E, Raptor, esse é o foda. Você ser obrigado a acertar um caminho sem nem conhecer o jogo. Se eu fiz escolhas ruins sem nem saber, agora eu tenho que reiniciar o jogo então? Tenho mais saco pra isso não. Prefiro deixar esse tipo de jogo no passado.


Online Baha

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Eu participaria da discussão, mas... joguei FFT pela última vez há taaaaaanto tempo atrás que só lembro das coisas que mais me chamaram a atenção na época (MALDITOS CHOCOBOS NO RIO) e realmente não sei o que eu acharia dele hoje levando em conta o que mudou em mim de lá pra cá.

O que eu lembro era isso:
- Começa difícil.
- Mais adiante o que tem de difícil são casos específicos.
- Orlandu é um cheat de god mode integrado à história do jogo.
- Uma profundidade e variedade obscena nos sistemas envolvendo jobs e etc.
- A história é super densa, séria, pesada, cheia de política e com muito build up lento, mas parece que acabou prazo/verba lá perto do final e simplesmente amarram nas coxas pra acabar logo. Ficou parecendo seriado quando os roteiristas ficam sabendo faltando 3 episódios pra acabar a temporada que não vai ter renovação.
- Ficou parecendo que o diretor queria fazer "o jogo dele", possivelmente outro tactics ogre, mas falaram que ia ter 5x mais verba se fosse um jogo da série final fantasy, aí ele enfiou chocobos e summons lá pra ganhar esse repasse.
- MALDITOS CHOCOBOS NO RIO.


Offline Strife

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E, Raptor, esse é o foda. Você ser obrigado a acertar um caminho sem nem conhecer o jogo. Se eu fiz escolhas ruins sem nem saber, agora eu tenho que reiniciar o jogo então? Tenho mais saco pra isso não. Prefiro deixar esse tipo de jogo no passado.

Não tem que reiniciar, tem que mudar seus personagens de jobs e ver qual combinação funciona. Essa é a progressão normal de jogos do tipo. Novamente, vc considera a coisa mais básica de um videogame, que é morrer e tentar de novo, como defeito ou erro de design kkkkk se aprende é assim, ninguém sabe qual combinação é a melhor quando se inicia o jogo a não ser se ler um FAQ (o que tira a graça). Vc tá avançando com um grupo, chega num ponto que não consegue passar e muda sua estratégia. Num RPG/Estratégia. De acordo com o inimigo q vc enfrentou, vc tinha que lutar com ele, e perder, para ver o que vc precisa alterar na sua estratégia né. Tipo, a coisa mais normal do mundo, progressão lógica e natural de eventos.

Eu lembro de quando cheguei no Wiegraf pela primeira vez e meu Ramza não vencia ele de jeito nenhum, daí eu carreguei meu save do world map, mudei meu Ramza para um Monk (boa sugestão do Raptor, Monk é uma das melhores classes iniciais, e se juntar com um Ninja é uma combinação devastadora), evolui 2 níveis só para pegar alguns JPs e comprar as habilidades básicas, coisa de 15-20 min, enquanto fiz isso já se acumula Gil simultaneamente para melhorar os equips, voltei pra luta e venci. Mas vc fica aí chorando :rolleyes:

Mano, eu no seu lugar nem vg jogava mais, mas se um dia vc quiser jogar algum Souls e fazer um stream, me chama q eu assisto :lol:

E a interface de Divinity é uma das piores e mais convolutas que já vi na vida. Até em batalha. Nunca vi ter que mexer em planilha de Excel só pra organizar inventário e dar item pra outro personagem, credo. É por isso que 99% dos RPGs ocidentais continuam insuportáveis, é raro a exceção de algo de qualidade como Witcher 3 (q vc não gosta kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk). FFT é muito superior no design, mas muito.