Hahaha, feles, às vezes parece que você argumenta raso de propósito só pra se defender do mundo dizendo desesperadamente que não é ignorante como as outras pessoas nem nos assuntos que não demandam posicionamento drástico.
O Santo já citou Zeitgeist, e não precisa associar data comemorativa com religiosidade ou cidadania piegas; elas normalmente vêm de momentos astronômicos que foram pontualmente importantes durante a História, em especial na agricultura e navegações dos povos antigos. Os meramente históricos não têm tanta repercussão. Então um dia não é igual ao outro, pra começar, pois não se limita a um número. Claro que eu posso chamar 27 de vinte-e-cinco, mas ele não é o mesmo dia que foi o 25 tanto porque, você deve saber, a Terra faz translação e rotação e se posiciona diferentemente no Universo e isso influi em diversos âmbitos in the big picture.
Segundo, pelo simbolismo, você pode até achar que o motivo da escolha daquele dia em especial é subjetivo, mas o fato é que o que resulta é pontual. As pessoas estão mais suscetíveis a novos comportamentos, não estão no trabalho, as opções de lazer mudam, e isso é o suficiente pra ele ser um dia extremamente diferente do 27. Você não precisa entender da mecânica de um avião pra usá-lo como meio de transporte ou pra, quem sabe, ser bombardeado por um em tempos de guerra. O resultado sobrepõe a origem (não Cristo, o movimento solar) e torna-se "o" sentido.
Punhetação intelectual desnecessária essa sua.
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Todos os demais dias estamos livres para ser natural: mesquinhas, egoistas, violentos. Reais.
A natureza do homem é o bem. O resto que é distúrbio.